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23 Fev 2009 



Vital Blood


No final do século passado,dois casais muito simples e felizes,que moravam na inglaterra,entre árvore e campinas,receberam uma vizita de uma mulher muito bem vestida,porém de pele mal tratada,com cabelos longos,lisos e negros.Ela carregava em seus braços fracos e pálidos,um lindo bebê,de olhos muito claros,como o céu de uma manhã de primavera,a pele ainda era frágil e seus braços muito pequenos,teria 5 mesês de vida pela aparência.
A mulher ficou por minutos falando,e não final revelou que não poderia ficar com essa criança.Pois o filho era dela com outro homem,e o seu marido queria caçar a criança a qualquer preço.O casal muito comovido com a história da mulher e com os perigos do bebê,aceitaram de muito bom coração criar o bebê e tratá-la como se fosse filha biológica.
E assim ele fizeram,durante anos criam a o bebê que se tornou uma linda menina de 10 anos,com pele morena puxando os genes do pais e com olhos muito claro tal como os da mãe verdadeira.Seus cabelos eram negros idênticos a cor do breu,fios longos e fortes cobriam a face da linda menina.
Durante um passeio vespertino da menina entre as árvores,ela depois de uma boa caminhada,avistou um coelho quase morto,provávelmente atacado por um lobo ou raposa que morava por ali.Ela se abaixou e começou a passar a mão no rosto aflito e ensanguentado coelho.Derrepente um homem,alto de vestes pretas e pesada a empurra contra o coelho,a menina cai emcima dele deixando seu rosto coberto de sangue tal como o coelho.
Os olhos dela abrem brutalmente,as pupilas dilatam e nada mais ela concegue ouvir.Um desejo estranho por aquele liquido consome o corpinho frágil da menina,ela se levanta,e repara que seu vestido rúbro estava com gotas de sangue também,ela passa a lingua por cima do pano e sente um prazer que nunca havia sentido na vida.Então seu corpo começa a tremer.
Em passos perturbados ela começa a se afastar da árvores a procura do homem,e ninguém estava por perto,ele aparece atrás dela novamente e põe seus punhos cortados em seus lábio,o sangue pinga entre os dentes dela.Os restos correm entre os lábios riscando a pele de vermelho intenso.e no auge do desejo ele some do mesmo jeito que apareceu.
Ainda procurando por mais desse atídoto,ela volta para casa e ataca a primeira pessoa que encontra,seu pai.A mãe fica apavorada ao ver a brutalidade da menina rasgando com dentes monstrusos o pescoço do seu pai,o jeito se lambia cada gota do chão por sangue e do jeito que arranha o rosto dele com unhas sinistras.Então na mesma noite a mulher a golpeia com uma pá de jardinagem e a põe dentro de um buraco enorme no chão,a muitos metros da lí.
Ainda respirando a menina sentia a terra cair em seus olhos,mas estava tonta ainda pelo golpe,a mãe joagava terra na filha em pranto,mas sabia que correria riscos a deixá-la viva ali.Então em quase meia-hora depois o buraco estava tapado e a menina lá dentro.Anos depois a mulher foi morta,pois acharam que a morte de seu marido era obra dela e a acusaram de bruxaria.
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Capitulo 1.
24 Fev 2009 
Depois de mais de 100 anos,o desejo da menina por sangue volta a arder dentre seus sentidos,apesar estar a setes palmos da terra ela não havia de soltar a alma,apenas ficou em sono profundo.Seus olhos abriram novamente com brutalidade,os gãos de areia haviam formado uma espécie de barreira com o molde do seu corpo.
Aos poucos ela foi se movendo,as mãos com unhas gingantescas cavavam a terra,matavam os vermes em busca de ar puro e sangue.Era denoite a luz estava bem cheia e nenhuma alma viva estava por perto.O local onde ela foi enterrada agora era um cemitério,bem apropriado não?
O vestido longo e rúbro dela,agora,estava manchado,e todo rasgado deixando suas pernas pequenas como uma garota de 11 anos,pequena e um tanto sem aquela cor de tempo atrás.Depois de muita luta contra a terra ela consegue sentir a brisa da noite que já era tão íntima dela.
Ofegante e desesperada por sangue a menina começa a rastejar de joelhos gemendo.Um homem muito jovem do outro lado da rua ouve os barulhos da menina,ele ouve os gemidos e os barulhos.Ele entra no cemitério,com medo,e percebe que a menina estava tremendo num canto perto de uma lápide com um anjo tristonho emcima.
Ele chega mais perto,e olha para ela,até que percebe que ela estava desmaida,seus olhos estavam fechados como de quem sente dor.Na esperança de acordá-la ele a puxa pelos braços e solta um grito sinistro ao perceber que ela estava tão frio quanto um cubo de gelo.Ela solta um grito qualquer,e move as mãos querendo puxar ele para cima dela.O objetivo era sugar o sangue,mas sua fraqueza o impediu e a ingenuidade do moço fez com que ele pensasse que aquilo fosse um pedido desesperado de ajuda.
O moço de no máximo 19 anos,a pega pelo colo,e a leva para casa.Não tinha importancia ele era um jovem que estudava história na inglaterra e morava sozinho.Então não fazia diferença.Ela ficou na cama dele,a única da casa.O quarto era de tamanho médio,tinha uma guarda-roupa pequeno,uma cama de casal de madeira bruta,e uma cômoda bem grande de 10 gavetas.As paredes eram pintadas de cores tristes,eram verdes escuras e roxa.A luz era fraca,tímida quase não iluminava,hoja em dia chamam esse tipo de luz como "ambiente".
Já passava das três horas da manhã,Victor (o nome do moço),não tinha escolha a não ser deitar ao lado da até então pobre menina,que estava imovél na cama.Ele tirou o paletó preto ,e depois a camiseta branca.Ele não estava percebendo,mas ela estava acordada,ela só queria ver até onde eles poderiam ir.
Em poucos minutos ele estava usando somente a roupa de baixo que parecia um calção de malha fina,apesar do cansaço,ele estava com medo,pois não conhecia a garota,e por ser garota não resistiu ao se deitar ao lado dela.
O corpo estava mais quente,suas mãos eram delicadas apesar de ter cavado por minutos a fio,seus cabelos encantavam qualquer um,então ela sentiu a pele dele,tinha um cheiro forte,que despertava um desejo além do aquele por sangue,a pele dele era mais escura que a dela,o coração dele estava acelerado e isso deixava ela louca por dentro.os cabelos dele eram curtos mas,compridos o bastante para puxar ou algo assim,
As vontades dela foram mais fortes,ela abriu os olhos e viu que ele estava virado para o lado aposto,as mãos dela estavam frias ainda,mas isso era um detalhe fútil.As mãos foram escorregando até chegar o pescoço dele,não queria sangue,ela queria algo mais,Ele sentiu a mão fria e convidativa no seu pescoço,mas ele não reagiu,embora a pele tivesse denúnciado ele.
-Do que adianta fugir,você quer isso tanto quanto eu...
Ela disse isso em voz calma,lenta,baixa,provcante.Então chegou mais perto até que a respiração dela fosse sentida por ele em sua nuca.Ela passou as unhas nos cabelos escuros dele...
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Capitulo 2.
24 Fev 2009 
Ele fechou os olhos,a fim de que ela pensasse que ele estava dormindo profundamente.Mas foi tudo inútil,ela sabia que ele estava acordado,sabia que as mãos dela provocara uma reação estranha no corpo dele.Embora a vontade dele fosse virar e olhar para ela,ele simplemente levantou-se da cama e a mandou embora.
-Acho que a senhorita...?
-Elizabeth...
-Acho que a senhorita Elizabeth já está em condições de pegar seu rumo.
-Meu rumo...?Porque?
-Porque vejo que já bem descansada !
-Ah,deite-se querido,não vou fazer mal,não farei mais nada...
-Vá embora !
-Hun..Sua casa é bagunçada...
-Não mude de assunto senhorita !
-Prometo ser sua governanta de graça,se me deixares morar aqui,até que eu encontre um lugar para ficar !
-Governanta?Em uma casa pequena como a minha?Seria inútil senhorita,vá embora.
-Mas a essa hora da noite,largar uma mulher mal vestida,em vielas escuras?Não seria um tanto grosseiro da sua parte cavalheiro...?
-Victor.
-Então...Victor,já que não me queres aqui,eu irei procurar um lugar,obrigada pela atenção temporaria.
Ela com os olhos provocantes,saiu da cama lentamente,deixando uma parte de suas fartas e morenas pernas aparecerem.Os olhos arregalaram-se,mas discretamente.Ela então saiu do quarto em passos lentos e com seus olhos fixos nele.
-Para onde a senhorita pretende ir?
-Não sei...pra onde o vento me levar...
-Sei...
-Bom...Victor,estou indo,nos vemos por ai...
Ela abriu a porta,que fazia um barulho bem alto,e saiu por entre a névoa das rua geladas da inglaterra.Victor fechou a porta e voltou para sua cama,certo de que acordaria em poucas horas e voltaria a sua vida normal de estudante.Foi quando ele ouviu a porta abrir lentamente.
-Elizabeth,eu não preciso de uma governante,minha casa é pequena.
Ele então saiu da cama,e foi até a sala,e nada havia de diferente,passou pelo corredor até a porta,um corredor estreito e com pinturas escuras,e muitos espelhos na parede.
-Elizabeth?
Ela havia entrada na casa,seus olhos vermelhos e brilhantes se escondiam na parte escura do seu quarto,o silêncio da sua respiração era assustadora.Ela ficou lá até a volta de Victor.Depois de fechar a porta com a chave, e certeficar-se de que ninguém estava em casa,ela volta cansado para o seu quarto.
-Olá Victor,deveria ter pensado antes de expulsar !
-Elizabeth !!!

Ela parte para cima do joven rapaz e como seu pai,ela rasga o pescoço dele com seus dentes afiados,e arranha seu rosto com unhas sinistras.O sangue corria por entre os olhos do jovem morto,o lençol branco da cama agora estava vermelho.Depois de lamber o sangue do rosto do rapaz,ela o beija e sai da casa dele.
Na rua ninguém se arriscava a andar,exeto ela.que se escondeu em um beco escuro e úmido,bem perto da lí.

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Capitulo 3.
24 Fev 2009 
Ela passou a noite deitada junto com um gato de rua e algumas caixas de papel molhadas.Ela acordou assustada com tanta gente,pois quando havia sido enterrada,na vila todos se conheciam e a única pessoa que poderia lhe ajudar,ela havia matado a horas atrás.Uma garota bem jovem,passava por ali no exatamo momento em que Elizabeth ia sair do beco.A menina parou de andar e olhou fixamente para Elizabeth.as duas ficaram se olhando por alguns segundo,até que a menina resolve quebrar o silêncio entre elas.
-Bom dia.
-Só se for pra você pirralha...
-Meu nome é Andrea,e o seu ?
-Elizabeth...agora me vá embora...
Elizabeth olhou para o final da rua e começou a andar,ela estava sem rumo,mas qualquer lugar pra ela era melhor do que ficar perto de uma criança.Andrea era uma menina rica da cidade onde morava,estudava em casa,não tinha muitos amigos e seus pais não percebiam sua presença,embora isso tudo fosse fato,Andrea quase nunca se sentia sozinha,ela tinha um amigo imaginário,chamado Georg.Elizabeth andava rápido com passos largos e Andrea com seus pequenas pernas a seguia fielmente.
-Você não tem casa não é Elizabeth?
-O que isso lhe importa?
-Nada,só queria saber...Você não tem emprego...
-Cai fora menina...
-Quer ser minha babá?
-Sua o quê ?!
-Babá sabe,mulheres que cuidam das crianças...Eu já tive 3,mas a primeira me batia muito,veja essa marca no meu braço,foi ela quem fez com um ferro quente.
A marca era assustadora até mesmo para Elizabeth que já estava acostumada com coisas horriveis.Era uma marca grande de queimadura,a pele estava enrrugada,avermelhada embora fosse uma ferida antiga.
-Porque ela fez isso ?
-Porque eu contei pro meu pai,que ela tinha roubada algumas jóias da minha mãe.A segunda fez com que meu pai,se metesse em um escândalo de traição,só porque ele não quis ter um caso com ela.E a terceira morreu a poucos dias,era uma senhora boa,porém rigida,ela que me ensinou a andar com esses vestidos compridos e pesados...Eu não gosto dele,mas por ela eu ando assim.
-Agora Andrea que você já contou a sua vida idiota toda,me deixa em paz.
-Mas não vas ser minha babá?
-Andrea...olha nos meus olhos...E me diga se me quer como babá ?
Elizabeth pegou com brutalidade o rostinho da pobre menina e o pôs bem rente aos seus olhos.Andrea olhou para ela e viu aquele grandes olhos vermelhos e brilhante,olhos nefastos e cheios de terror por dentro.
-Seus olhos são iguais aos meus?
-Aos seus?
-Sim...só que não são vermelhos.
-Onde é a sua casa?Sua mãe deve estar preocupada...
-Não tenhu mãe.
-Não?
-Não ela morreu quanto eu tinha 3 anos,ela teve uma gripe forte.
-Sorte dela...E seu pai,ele tem amantes,nunca está em casa...Por isso quero uma babá...
-Andrea sabes quantos anos eu tenho ?
-Hum...acho que deves ter...16 anos...
-Hurg...
-A propósito eu tenhu 10 anos.
Elizabeth parou de andar e olhou para o infinito,lembrou-se do homem do bosque,do coelho,do seu pai.De até mesmo a terra cobrindo seu corpo de menina.
-E então vás ser minha babá Elizabeth?Por favor,Por favor !!
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Capitulo 4.
24 Fev 2009 
Elizabeth,olhou para a menina,e então sentiu uma forte dor de estômago,era a fome chegando.
-Andrea na sua casa tem comida?
-Sim,muitas temos uma horta...
-Então sou sua babá.
Andrea sem temer Elizabeth mesmo depois ver os olhos de perto,abraçou ela com força e a puxou pelas mãos.Até chegarem perto da casa.
-Alizabeth,você vai poder usar a roupas da minha mãe,vc é bem parecida com ela.E vai poder conhecer meu amigo também,o nome dele é Georg,
-Sua casa é longe...
-Sim temos que passar por essa rua pra ir a qualquer lugar.
Era uma rua bem larga,porém coberta por árvores enormes e a névoa cobria qualquer coisa que seus olhos tentassem alcançar.Era fria e vazia,quase nunca alguém andava por ali,somente Andrea que não se importa em passar por ali a qualquer horário ou dia.Apesar de ser uma menina bem solitária,ela tem uma personalidade bem peculias,pois sempre anda pulando,não reclama da vida e tão pouco resmunga sobre seu pai.
A casa estava mais perto,se longe podia-se ver o enorme portão de ferro negro portegendo a casa,via-se também,as inúmeras janelas enormes com cortinas escuras,nem mesmo no portão tinha alguém,a casa parecia mais um castelo ambandonado.
-Essa é a nossa casa Elizabeth...Bom o portão é granda e pesado,eu não empurro ele,porque não tenho força,mas eu pulo o moro...
Sem dizer muita coisa e louca por comida,Elizabeth põe-se na frente do portão,e começa a empurra,de fto era pesado,mas não o suficiente para impedir que ela entrasse por ele.
-Agora não precisa pular mais Andrea...
-Nossa você é bem forte,nem os homens que trabalham pro meu pai conseguem abrir ele...
-Sério?...
-Sim...Ei está vendo aquela mulher,saindo da porta da frente?
-Sim...O que tem ela?
-Ela quer casar com meu pai,para poder ser rica também,atualmente ela trabalha em um ateliê.
Elas começam a andar pelo enorme e vasto jardim,com labirintos de folhas,árvores enormes e frondozas e uma bela fonte de um anjo bem em frente a porta de entrada.Então a mulher passa por elas e solta um olhar ameaçador para Andrea.As duas olhaam uma para outra e seguem em frente,abrem a porta e então Andrea grita pelo pai,ele que em pouco minutos chega até a grande escada que leva aos múltiplos quartos no andar acima.
-Sim minha filha ?!
-Achei uma babá !
-Quem?Essa mendiga?
-Não! Ela não é mendiga,pelo menos ela não rouba nada !
O pai sem graça tapa a boca da menina com as mãos pesadas e olha sem graça e um tanto corado para Elizabeth.Não ligue para minha filha,ela tem uma mente fértil...Até de mais.De onde a senhora vem?
-De longe...
-Longe?
-é...sabe um lugar que não é perto...
-Eu sei muito bem o que significa longe senhorita !
-Então porque me perguntou "Longe?"
-A senhora é bem atrevida sabia?
-E o senhor bem burro...
-Ela não vai ficar filha,como posso abrigar uma mendiga mal educada e sem etiqueta em nossa linda casa?
Andrea põe-se a chorar aos pés do pai,e implora para que deixe Elizabeth ficar,na promessa de que ensinará ela a ter educação e modos ao falar.E solta a desculpa de s sentir sozinha o dia todo.O que era mentira,pois o dia todos estava a passear sozinha pelas ruas de lonfres.
-Andrea,lhe dou 3 dias,se essa moça não for educada,ela e sua roupa imunda saem daqui a baixo de tiros !
-Sim papai,eu prometo,em 3 dias ela será uma dama de primeira linha...Obrigada papai!
O homem de olhar rígido e vermelho pela agressão de Elizabeth,vai para o lado esquerdo do hall de entrada,vai em direção a outro longo corredor,com paredes claras e carpetes vermelhos e quadros antigos na parede.
-Elizabeth,não provoque o papai,não quero que vás embora !
-Desculpa,tem alguma coisa para comer?
-Sim,venha te levarei até a cozinha.
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